A oficina 2
A segunda Oficina, referente às unidades 11 e 12 do TP3, aconteceu no dia 8 de julho. Neste encontro as cursistas tiveram a oportunidade de trabalhar com as sequências tipológicas. Num primeiro momento, foi feita uma discussão sobre os aspectos teóricos presentes principalmente na Unidade 11. Os professores desconheciam o nome de algumas sequências tipológicas tais como: a injuntiva e a preditiva. A discussão também foi válida, pois as cursistas puderam observar a diferença entre os textos dissertativos argumentativos e expositivos.
No momento de relatarem suas experiências, constatou-se a dificuldade que os alunos têm em relação à produção textual. Dificuldades relacionadas à utilização de parágrafos, o uso dos travessões, o de letra maiúscula, portanto verificou-se novamente a necessidade de se enfatizar mais a produção textual durante as aulas de língua portuguesa. Discutiu-se sobre a falta de conhecimentos básicos para a produção textual, presentes nos alunos de 5ª série, portanto foi levantada a questão: O que as crianças de currículo estão aprendendo nas aulas de língua portuguesa? Reforçou-se a ideia de que se a dificuldade existe, ela deve ser trabalhada agora, não adianta reclamar que o aluno tem sérios problemas é preciso ajudá-los a sanar estas dificuldades.
A proposta de atividade foi muito produtiva e significativa, uma vez que os professores conseguiram identificar as sequências tipológicas e verificar a intertextualidade de gêneros existente no texto de Jô Soares, Além disso, elas conseguiram observar o quanto a função comunicativa do texto interfere na escolha do gênero por parte do autor. Após a avaliação da oficina, lançou-se a pergunta: Somos todos letrados? O que é letramento?
A segunda Oficina, referente às unidades 11 e 12 do TP3, aconteceu no dia 8 de julho. Neste encontro as cursistas tiveram a oportunidade de trabalhar com as sequências tipológicas. Num primeiro momento, foi feita uma discussão sobre os aspectos teóricos presentes principalmente na Unidade 11. Os professores desconheciam o nome de algumas sequências tipológicas tais como: a injuntiva e a preditiva. A discussão também foi válida, pois as cursistas puderam observar a diferença entre os textos dissertativos argumentativos e expositivos.
No momento de relatarem suas experiências, constatou-se a dificuldade que os alunos têm em relação à produção textual. Dificuldades relacionadas à utilização de parágrafos, o uso dos travessões, o de letra maiúscula, portanto verificou-se novamente a necessidade de se enfatizar mais a produção textual durante as aulas de língua portuguesa. Discutiu-se sobre a falta de conhecimentos básicos para a produção textual, presentes nos alunos de 5ª série, portanto foi levantada a questão: O que as crianças de currículo estão aprendendo nas aulas de língua portuguesa? Reforçou-se a ideia de que se a dificuldade existe, ela deve ser trabalhada agora, não adianta reclamar que o aluno tem sérios problemas é preciso ajudá-los a sanar estas dificuldades.
A proposta de atividade foi muito produtiva e significativa, uma vez que os professores conseguiram identificar as sequências tipológicas e verificar a intertextualidade de gêneros existente no texto de Jô Soares, Além disso, elas conseguiram observar o quanto a função comunicativa do texto interfere na escolha do gênero por parte do autor. Após a avaliação da oficina, lançou-se a pergunta: Somos todos letrados? O que é letramento?
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