Língua: Vidas em português
O filme Língua: Vidas em português, de Victor Lopes, apresenta o rico universo dos falantes de língua portuguesa presente no mundo, hoje são mais de 200 milhões.
No filme a língua portuguesa não é vista apenas como um instrumento de comunicação, mas um organismo vivo.
É por meio da palavra que um morador do Rio de Janeiro vê sua vida de marginal e traficante ser transformada. A palavra também é o meio pelo qual um rapper morador de Moçambique acredita mudar as sua vida.
Além desses personagens, outros constituem um mosaico de culturas todas ligadas pela língua. Língua que traz o sabor doce e saudoso das lembranças como cita o músico Martinho da Vila. Língua que para os habitantes de uma aldeia de Goa é parte da herança de seus antepassados.
É através do relato desses personagens que vivem em diversos lugares do mundo que percebemos que não existe uma língua portuguesa, mas várias. É essa variedade de personagens que torna o filme um painel multicultural. São diversos sotaques, ritos.
Além de personagens comuns, o filme conta com a presença de José Saramago, João Ubaldo Ribeiro e Mia Couto. A fala desses escritores retrata uma língua cheia de riquezas, repleta de variedades.
O filme nos faz refletir sobre a beleza da diversidade da língua portuguesa.
O filme Língua: Vidas em português, de Victor Lopes, apresenta o rico universo dos falantes de língua portuguesa presente no mundo, hoje são mais de 200 milhões.
No filme a língua portuguesa não é vista apenas como um instrumento de comunicação, mas um organismo vivo.
É por meio da palavra que um morador do Rio de Janeiro vê sua vida de marginal e traficante ser transformada. A palavra também é o meio pelo qual um rapper morador de Moçambique acredita mudar as sua vida.
Além desses personagens, outros constituem um mosaico de culturas todas ligadas pela língua. Língua que traz o sabor doce e saudoso das lembranças como cita o músico Martinho da Vila. Língua que para os habitantes de uma aldeia de Goa é parte da herança de seus antepassados.
É através do relato desses personagens que vivem em diversos lugares do mundo que percebemos que não existe uma língua portuguesa, mas várias. É essa variedade de personagens que torna o filme um painel multicultural. São diversos sotaques, ritos.
Além de personagens comuns, o filme conta com a presença de José Saramago, João Ubaldo Ribeiro e Mia Couto. A fala desses escritores retrata uma língua cheia de riquezas, repleta de variedades.
O filme nos faz refletir sobre a beleza da diversidade da língua portuguesa.
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